«Álvaro Cunhal é uma personalidade marcante, em Portugal e no mundo

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

CONVITE

Caro(a) Amigo(a),

Enviamos convite para as iniciativas de encerramento das Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal que terão lugar nos dias 03 e 04 de Janeiro, em Peniche, conforme programa em anexo.

Com os melhores cumprimentos

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Comissão das Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal
Morada: Rua Soeiro Pereira Gomes, nº3 - 1600-196 LISBOA
E-mail: centenarioalvarocunhal@pcp.pt
Telefones: directos - 21 781 38 57 / 21 781 38 20 e geral - 21 781 38 00


Na rubrica "um livro por mês"

  • Domingos Lobo 


Cunhal/Cem anos/100 palavras
– Tecer, com a seiva das palavras, a ilha da utopia
Nunca vi um alentejano cantar sozinho, escrevia deslumbrado esse poeta dos racionais afectos e da reinvenção dos sentidos das palavras, da metáfora exultante que foi José Gomes Ferreira. Ou o Raul de Carvalho, que não falava sozinho quando nos dizia da sua Vila de Alvito, onde foi criado e dos senhores que a oprimiam; dos medos e sobressaltos do Alentejo profundo, dorido e resistente que o Manuel da Fonseca inscreveu em Cerromaior, Aldeia Nova e nesse incontornável romance que é Seara de Vento; o Ribatejo de Gaibéus e Rabezanos, de Redol, ou dos homens que não foram meninos, de Soeiro. Até esse romance modelar da nossa revolução, inaugural de uma obra maior,Levantado do Chão, cujo guindaria o seu autor ao Nobel da Literatura, é feito de muitas e sofridas vozes; vozes ao alto, convocando-nos para uma colectiva forma de estar no mundo e resolver, unidos como os dedos da mão, os problemas que nos são comuns.
Há escritores que transportam aos ombros – muito para além da argamassa das memórias da vida e do vivido com que estruturam os textos – o peso do social que transparece acutilante na sua escrita, uma escrita comprometida com a história e com o pulsar do seu tempo: uma literatura sem sofismas. Mesmo quando o autor, pelo rigor e mestria do seu laboratório oficinal, consegue elidir essa particularidade, ela está impressa no texto, é indissociável do estilo, do diegético que atravessa essa obra. A obra ficcional de Álvaro Cunhal/Manuel Tiago tem essa profunda marca, transporta esse imperecível testemunho.
Assim o entenderam, e pluralmente o escreveram, os autores deste livro inesperado, arguto e sensível: Cunhal/Cem Anos/100 Palavras, que a Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto, associando-se à Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal, acaba de publicar. Encontramos essa marca, essa pulsão narrativa neste livro, a vários títulos notável, de várias vozes conjugadas num propósito comum: o de homenagear, pelo rigor das palavras, o grande vulto da cultura, da política, do pensamento e da resistência que foi Álvaro Cunhal. Os autores têm, da singularidade desse percurso, perfeito conhecimento e nos cem textos que fazem este raro objecto de palavras modelares dizem-no alto e sem tolhimentos: há razões sociais, políticas e históricas que atravessam os comportamentos, que inoculam os vazios, a solidão, o desencanto, a desesperança, a usura – uma espécie de húmus que subterraneamente nos contamina e invade o espaço colectivo e a imperecível memória dos dias, e nos impele a construir os linimentos da Utopia através de um rosto, dos fragmentos de um rosto tecido de palavras, que na diversidade dos olhares sabemos, na serenidade dos íntimos rumores, ser familiar, próximo e tangível. Este livro atravessa esse universo das palavras que, no profundo significado que as envolve, na sua volátil dispersão, junta vozes inesperadas num propósito comum: dar forma a um rosto, procurá-lo por entre a bruma, nos fragmentos que se perderam na memória dos dias, entre o mito e a realidade, e construir o homem, o artista, o resistente, o intelectual e torná-lo próximo, tocável, matéria vibrátil da nossa contínua inquietação – para que o sonho se não perca.
Que fazer da coragem e da dignidade, do exemplo, esse sensitivo baú evanescente das nossas percepções interditas, quando perplexos nos perdemos no caos da ignomínia dos dias azedos, quando esses valores se agitam e nos convocam? Que fazer desse cadinho de nós que, apesar dos pesares e da vertigem que nos tentam impor com absoluta verdade, nos mantém atentos ao seu pulsar, que permanentemente nos acossa e traz à ilharga a porosidade mais extensa das emoções, do humano animal que nos habita?
Passamos pela vida impunemente, o nosso olhar sobre o outro, com o outro, é um verbo de passagem, estação sem contornos, sem retornos; signos esparsos no tempo? A contagem dos dias, o seu reflexo, são imanências, baços linimentos, vento apenas sobre um rosto nu? Ou, ao contrário, os outros contam, estão connosco na forma como nos habitam, nos modos como deixamos que se insinuem, se instalem nessa outra pele que é a um tempo estranha mas que sabemos, na memória que arrastamos, ser também a nossa, ou dela parte integrante. Só no outro, com o outro, nos reclamamos, nos sabemos inteiros – eis Adorno a ler-nos as linhas voláteis do destino que dia a dia escavamos com os nossos próprios ossos, sangue e lava – que sabemos nós desses signos, desses subjectivos, metafísicos «umbrais dos afectos»?
Este Cunhal/Cem Anos/100 Palavras, traz na capa (o arranjo gráfico, apesar de sóbrio, é magnífico) um expressivo desenho de Álvaro Siza Vieira. O primeiro dos 100 autores é Álvaro Cunhal, do qual é transcrita uma carta escrita na Penitenciária de Lisboa, a 23 de Agosto de 1951, em resposta a missivas da família. Através de uma linguagem cifrada e metafórica (os carcereiros vigiavam), o autor deEstrela de Seis Pontas, vai explanando algumas ideias sobre a agricultura em terras do Minho. Trata-se de um documento que nos dá a ver, numa linguagem informal e intimista, o homem sensível mas atento às condições de vida e de trabalho do povo minhoto, esse lado menos visível dos «bilhetes postais».
Livro feito de vocábulos e da sua transfiguração: Pide, Abril, Linho, Grândola, Muro, Pátria, Utopia, Festa, Sorriso, Marx, Alentejo, Tipografia, Cela, Juventude, Cravo, Madrugada, Camponês, Unidade, Outubro, Clandestino, Trabalho, Árvore, Igual, Liberdade. Palavras à procura de um rosto, que estruturam os textos que compõem este livro, 100 palavras escolhidas como frutos, para que o puzzle se construa e nele o homem/Álvaro Cunhal se erga inteiro, na justa dimensão do que foi e representou para os seus contemporâneos.
Livro feito de frases lapidares, que ficarão para a memória dos dias: «Acreditaste num homem impossível mesmo sabendo que era impossível» (António Freitas de Sousa); «A razón luminosa, combustiva, ilimitada: eis Álvaro Cunhal» (X.L. Méndez Ferrín); «Com esse punho, esse teu punho, lúcido, digno. Determinado» (Augusto Baptista); «A partir daqui, o fruto, a palavra, Álvaro, aproximam-se» (Francisco Duarte Mangas); «Álvaro Cunhal cinzelou como poucos a inquietação que cabe à esquerda» (José Reis); «Álvaro Cunhal destacava sobretudo a capacidade transformadora da acção das massas» (Vítor Ranita); «Não vai faltar sonho para continuar. Não vai faltar quem se entregue a sonhá-lo» (José Luís Borges Coelho).
Este Cunhal/Cem Anos/100 Palavras é uma justa, sensível homenagem que os homens de palavra(s) decidirem prestar a Álvaro Cunhal. Não vão faltar razões para lermos este livro. Cem, mil razões para tecermos com a seiva das palavras (as deste livro, de outros que aí estão e permanecem incontornável património colectivo; de outros que virão) o país possível e urgente.

avante! de hoje

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Inauguração: Avenida Álvaro Cunhal em Setúbal



SETÚBAL – A cerimónia de descerramento da placa toponímica da nova Avenida Álvaro Cunhal, em Setúbal, realizada no sábado de manhã, realçou a personalidade humanista e a atualidade da ação e do pensamento revolucionários do líder histórico do PCP.
O secretário-geral do Partido Comunista Português saudou a decisão dos órgãos autárquicos de Setúbal em atribuir a um dos principais eixos viários da cidade o nome de Avenida Álvaro Cunhal, possível, referiu, “pela convergência de vontades democráticas”.
Jerónimo de Sousa assinalou a justiça desta decisão porque evoca uma “figura fascinante”, que pôs “a inteligência e a coragem” ao serviço de “um projeto portador da emancipação e libertação dos trabalhadores e do seu povo, solidário com outros povos”.
A complementaridade da luta revolucionária com a dimensão artística em Álvaro Cunhal foi apontada pelo líder do PCP. “No plano teórico a sua contribuição é inigualável. Em centenas de textos, artigos, relatórios, livros, discursos, construiu um corpo teórico denso, original, riquíssimo, sempre enraizado na realidade portuguesa concreta.”

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Peniche - 3/4-Janeiro de 2014


Inauguração: Avenida Álvaro Cunhal – Setúbal



A nova Avenida Álvaro Cunhal localiza-se num troço da EN 10, entre o Alto da Guerra e a confluência da A12 com as avenidas Antero de Quental e Pedro Álvares Cabral.

O ato, sábado dia 21 de Dezembro, com início às 10h30, junto da Fonte da Praça da Independência, perto da Rotunda do Monte Belo, conta com a presença da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, bem como do secretário-geral do Partido Comunista Português, Jerónimo de Sousa, e de familiares do homenageado.

Esta cerimónia enquadra-se nas comemorações
locais do centenário de Álvaro Cunhal, que, desde o final de setembro, contou com um conjunto diversificado de iniciativas de evocação das dimensões política, social, intelectual e artística do líder histórico do PCP.

A
nova Avenida Álvaro Cunhal localiza-se num troço da EN 10, entre o Alto da Guerra e a confluência da A12 com as avenidas Antero de Quental e Pedro Álvares Cabral.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

«Não estavam de acordo com Álvaro Cunhal...


  • os extremos do direitame remordido:
  • os extremos do esquerdismo empertigado;
  • o esfregaço das meias-tintas desbotadas.»

retirado de uma intervenção do José Barata Moura
bem à sua excepcional maneira.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Regressão civilizacional e cultural

País está em regressão civilizacional e cultural, diz Jerónimo de Sousa
(Ver vídeo)

A política do actual Governo é de regressão económica e social mas também "civilizacional e cultural", afirmou hoje em Lisboa o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
"Na cultura a situação é hoje de profunda crise e de abandono de qualquer perspectiva real da sua democratização. Olhe-se para onde se olhar é a política de destruição que impera", disse o responsável numa sessão evocativa de Álvaro Cunhal, antigo secretário-geral do partido, que morreu em 2005.
No ano em que faria 100 anos se fosse vivo, porque nasceu a 10 de Novembro de 1913, o PCP tem organizado iniciativas para o lembrar, uma delas hoje ao juntar intelectuais e artistas para debater precisamente o tema "Álvaro Cunhal, o intelectual e o artista", no âmbito da qual se falou da sua faceta de escritor, pintor, músico e até tradutor.
Ao falar no encerramento do encontro Jerónimo de Sousa lembrou o artista e pensador e falou da cultura e da forma como é "maltratada pela política da direita", que teme "o seu imenso potencial de criação, liberdade e transformação".
É isso, acrescentou, que tem feito o actual Governo, nomeadamente na educação, na informação e comunicação, na ciência, na arte contemporânea, nas culturas artísticas ou no património.
Há, disse Jerónimo de Sousa, "uma ofensiva destruidora" alargada aos serviços públicos da área da cultura, com "cortes brutais" nos Orçamentos de Estado, desmantelando-se e desqualificando-se serviços, que são centralizados e depois requalificados "para o despedimento". É, acusou, "uma operação de aglomeração para ser mais fácil destruir".
Jerónimo de Sousa citou depois o "desmantelamento da Direcção Geral do Património Cultural" e "as limitações impostas à Direcção Geral das Artes" para dizer que há "uma clara intenção de retirada total do Estado nas áreas da cultura, "o que também pode ser entendido como uma censura financeira às artes e à cultura".
E o resultado desta política está exemplificado nos últimos dados europeus divulgados (Eurobarómetro), disse o responsável: "O que se é que estamos a andar para trás e a divergir com outros povos europeu. Estamos no fim da lista", disse.
este o rumo de uma política também de desastre cultural que está em curso. Uma política que não destrói o que existe como inviabiliza a criação do novo", disse Jerónimo de Sousa, concluindo quetempo de pôr fim" ao "rumo de desastre", razão que tem levado o partido a pedir com insistência a demissão do Governo e a realização de eleições antecipadas.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Albergaria-a-Velha:

Exposição sobre Álvaro Cunhal no Arquivo Municipal.

No âmbito das comemorações do 'Centenário de Álvaro Cunhal', o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha vai apresentar a exposição

No âmbito das comemorações do 'Centenário de Álvaro Cunhal', o Arquivo Municipal de Albergaria-a-Velha vai apresentar a exposição 'Álvaro Cunhal - Vida, Pensamento e Luta: exemplo que se projecta na actualidade e no futuro'.
A inauguração é no próximo sábado, pelas 16h00, e contará com a intervenção de Miguel Viegas, Membro do Executivo da Direcção da Organização Regional de Aveiro (DORAV) do Partido Comunista Português.
A exposição estará patente até ao dia 20 de Dezembro, podendo ser visitada durante o horário normal de funcionamento do Arquivo Municipal.

«O PCP, os Católicos e a Igreja»



Na Quinta do Conde em Sesimbra Sessão Pública

No âmbito das Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal, o PCP realiza a sessão pública "O Partido Comunista Português, os Católicos e a Igreja" hoje, dia 13 de Dezembro (6.ª-feira), pelas 21 horas, no Grupo Desportivo e Cultural do Conde, no concelho de Sesimbra.

Sessão Pública "O PCP, os Católicos e a Igreja" - dia 13

No
âmbito das Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal, o PCP realiza a sessão pública "O Partido Comunista Português, os Católicos e a Igreja" no próximo dia 13 de Dezembro (6.ª-feira), pelas 21 horas, no Grupo Desportivo e Cultural do Conde II (Av. 1.º de Maio, Lte A5 e A6, Quinta do Conde).

Na
iniciativa, usarão da palavra:

Deolinda Machado (activista católica, membro da LOC e da Comissão Executiva do Conselho Nacional da CGTP-IN),
Helena Cordeiro (activista católica, membro da LOC, eleita na Assembleia Municipal de Sesimbra e membro do PCP),
Edgar Silva (
licenciado em Teologia, foi Padre e Professor na Universidade Católica no Funchal, é deputado do PCP na Assembleia Legislativa Regional da Madeira e membro do Comité Central do PCP)
Horácio Noronha (
Padre na Paŕoquia do Pragal)
Carlos Gonçalves (
membro da Comissão Política do C C do PCP).

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Convite: Exposição – Álvaro Cunhal 1913-2013 (Évora)


União das Freguesias de Malagueira e Horta das Figueiras – Évora
ExposiçãoÁlvaro Cunhal 1913-2013
Vida, pensamento e luta:Exemplo que se projecta na actualidade e no futuro
10 a 14 de Dezembro no edifício da Junta na Horta das Figueiras
10 Dezembro – 21 horas inauguração
14 dez sábado 15h00
Sessão públicaA dimensão politica de Álvaro Cunhal”
Com a presença de Miguel Tiagodeputado do PCP na Assembleia da República
Local: edifício da Junta da União das Freguesias na Horta das Figueiras – Évora

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Sessão em Setúbal

«Álvaro Cunhal e o papel do conhecimento, da educação e da cultura...»

Realizou-se, no passado sábado, a Sessão Pública «Álvaro Cunhal e o papel do conhecimento, da educação e da cultura na luta por uma sociedade mais justa, democrática e desenvolvida», na qual participaram várias dezenas de pessoas ligadas à educação e à cultura de toda a Península de Setúbal, nomeadamente membros de Direções e Conselhos Gerais de Escolas e Agrupamentos, membros de Associações de Pais, autarcas, professores e outros profissionais da educação.

Esta iniciativa contou com a participação de Jorge Pires, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP, Paula Santos, membro da Direção da Organização Regional de Setúbal do PCP e Deputada do PCP na Assembleia da República e de Pedro Pina, vereador da cultura e educação na Câmara Municipal de Setúbal.

Álvaro Cunhal,
para além da sua fascinante atividade política, foi também um brilhante pensador, profundamente dedicado ao conhecimento e à cultura. Prosseguiu um caminho ímpar de luta contra a ditadura, as injustiças e a exploração, no qual o conhecimento, a educação e a cultura eram vistos como elementos fundamentais da libertação, do progresso e da emancipação humana. Considerava que o conhecimento, a educação e a cultura não devem constituir propriedade de uma elite mas, pelo contrário, devem estar ao serviço da humanidade, acessíveis ao povo, como elementos promotores da igualdade entre as pessoas, da liberdade e da democracia.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Álvaro Cunhal: vida, pensamento e luta - na cidade do Porto

Foi aberta no último dia 30 de novembro, a exposição 'Álvaro Cunhal: vida, pensamento e luta - exemplo que se projeta na atualidade e no futuro'. A exposição, que rende homenagem a vida, luta e obra do comunista, ocorre na cidade do Porto, em Portugal, e vai até dia 15 de dezembro.

sábado, 7 de dezembro de 2013

VILA FRANCA DE XIRA





Álvaro Cunhal e a criação artística – numa encruzilhada dos homens” é a exposição organizada pelo Município de Vila Franca de Xira que assinala o centenário de nascimento desta figura incontornável da história contemporânea.
Trata-se de uma mostra documental e de artes plásticas, que inaugura este sábado, 7 de dezembro, pelas 16h00, no Museu do Neo-Realismo (R. Alves Redol, n.º 45), em Vila Franca de Xira, e que apresenta Álvaro Cunhal enquanto intelectual e artista, sempre com uma ligação à atividade política. Será possível apreciar produções de alguém que, mesmo estando na prisão, não se deixou vencer pelas condições em que vivia, numa exposição com a curadoria de João Madeira.
A iniciativa constitui-se como uma forma do Município de Vila Franca de Xira homenagear uma das mais influentes personalidades da segunda metade do século XX português