Em Seia, onde Álvaro Cunhal, que "foi nascer" a Coimbra a 10 de Novembro de 1913, viveu a sua infância até aos 11 anos.
«Álvaro Cunhal é uma
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Casa Museu Adelino Ângelo
Vieira do Minho: Casa Museu Adelino Ângelo recebe exposição Álvaro Cunhal
A Câmara Municipal de Vieira do Minho inaugura, no próximo dia 2 de Novembro, na Casa Museu Adelino Ângelo, a Exposição Álvaro Cunhal “Vida, Pensamento e Luta” Comemorações do Centenário, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento de uma das personalidades mais marcantes do Séc. XX em Portugal.A Cerimónia realiza-se pelas 15h00 e vai contar com um momento musical promovido por Liliana Ramos e Luís Pereira. Após a sessão inaugural da exposição realiza-se uma sessão pública de apresentação do Livro “ Álvaro Cunhal - Fotobiografia” apresentada por João Frazão, da Comissão Política do PCP.
A exposição é composta por 15 painéis e vai estar patente ao público, no Espaço Alternativo da Casa Museu Adelino Ângelo, até ao próximo dia 30 de Novembro.
É também conhecido pela sua intensa intervenção artística na área das artes plásticas, nomeadamente uma coleção de desenhos a carvão e óleos que retratam a vida e luta dos trabalhadores. A nível literário escreveu diversos romances sob pseudónimo de Manuel Tiago, com destaque para “ Até amanhã camaradas” e “Cinco dias cinco noites”, obras que também foram adaptadas ao cinema.
A Câmara Municipal convida, desde já, todos os munícipes a assistir à cerimónia de inauguração deste evento cultural.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Esclarecimento e... unhas dos pés.
Ao abrir-se este "blog" apenas se intentou o que está :na declaração de princípios. Nada mais. E, como entre outras coisas que lá estão - e poucas serão, embora suficientes - se diz "(...) Aqui se dará notícia das realizações do programa central do PCP e das suas estruturas locais, assim como de iniciativas não-partidárias e de referências na comunicação social", articulou-se com o google a forma de, automaticamente, se publicarem as notícias (e os artigos) relacionados.
Assim, sem qualquer selecção ou interferência dos responsáveis pelo "blog", têm nele aparecido notícias e artigos que, legitimamente, se estranha verem-se aqui publicados. Dessa estranheza nos tem sido dado nota, por vezes indignada, pelo que esclarecemos e vimos dizer não nos parecer de mudar de decisão... até porque é preciso conhecer como "outros" reagem à adesão e ao apoio tão significativos dados a esta iniciativa de assinalar o centenário de Álvaro Cunhal. O que não dizer que não sintamos o mesmo desagrado, e até incómodo, que alguns amigos visitantes nos afirmam face a algumas dessas... reacções. Que passam, sempre provisoriamente, ali naquela coluna ao lado, e não nos salpicam.
As notícias sobre o livro (?) de Milhazes ou o artigo (ou "post", ou o que possa ser) de Daniel Oliveira (DO) (a)parecem-nos como má companhia num caminho que percorremos e são mera "fruta do tempo (histórico)" que vivemos, e fruto de quem somos contemporâneos, no nosso tempo da luta que escolhemos.
Mas já que abri o teclado para este esclarecimento, ainda acrescentaria uns parágrafos sobre o artigo de DO, por conta e risco deste co-responsável pelo "blog" que sou uma vez que me "honrou" com uma citação («... É verdade que o ex-eurodeputado Sérgio Ribeiro esclareceu, no referido
congresso, depois de dois dias de elogios sem mácula, que Cunhal não era Deus
porque "Deus é dogma". Mas era mestre, porque era "o ensinamento da verdade na
vida". Estamos, portanto, perante um processo de deificação, mas à luz do
materialismo dialético.»).
Este trecho (como todo o texto) define a seriedade (melhor: a falta de) do pro-lixo comentador:
- falei na manhã de sábado, numa intervenção não programada mas de simples inscrito, logo, não no fim, como resultaria da falsa e malévola insinuação de ter vindo "(esclarecer) depois de dois dias de elogios sem mácula";
- não "(esclareci) que Cunhal não era Deus"!, citei Álvaro Cunhal em "O Partido com paredes de vidro", numa distinção entre Deus e Mestre, e referindo-se a Lenine, referindo-me eu a Cunhal;
- como não tem nada a aprender e tudo a ensinar, DO truncou uma frase ao transcrever que "mestre (...) era o ensinamento da verdade na vida." porque na citação se continua, com uma virgula em vez do ponto final, "na sua evolução, nas suas mudanças, no seu constante desenvolvimento, na sua relatividade"
Concluir, a partir daqui, destas truncagens e trucagens - e do Congresso, e de toda a assinalação do centenário - que se está perante um processo de deificação é de quem tem uma interpretação propositadamente viciada do que se passa à sua volta (e comenta verborreico).
Talvez, por problemas seus, intrínsecos, DO precise de altares e de santos que os habitem. Ora Álvaro Cunhal não é, evidentemente, santo para o seu altar. Como não o é para nenhum, nem de ninguém.
Para terminar (não esperava, nem desejava ocupar tanto espaço e tempo...), recupero a parte da minha intervenção que não li por só dispor de 5', aconselhando DO a ir cortar as unhas dos pés, que ele tem - como os nossos mestres, como todos nós -, e que os santos do seu altar talvez não tenham.
(Ainda invadido pela ocupação de rotundas e cruzamentos de caminhos, mais
força encontro neste cartaz: Marx, de
ceroulas, a cortar as unhas dos pés!
Independentemente das intenções dos
autores (que nem seriam das melhores!) é o ser humano na sua plenitude… de
Humanidade a solo. A dizer-nos quanto tudo é efémero e pode, ao mesmo tempo ou
no tempo histórico, ser perene.
Que tem isto a ver com
Álvaro Cunhal?)
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Intervenção de Sérgio Ribeiro no congresso "Álvaro Cunhal, o projeto comunista, Portugal e o mundo de hoje"
Porque Sérgio Ribeiro é um homem cá da casa - um dos autores deste blogue - não ficará mal dar aqui destaque à sua intervenção no congresso do passado fim de semana.
domingo, 27 de outubro de 2013
Imagens do Congresso "Álvaro Cunhal"
Álvaro Cunhal, o projeto comunista, Portugal e o mundo de hoje.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Festa/Aniversário da JCP e...
Os dias 9 e 10
de Novembro constituirão mais dois momentos altos das
comemorações do centenário do nascimento de Álvaro
Cunhal, que este ano se comemora.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Em vésperas de Congresso Álvaro Cunhal
Numa espécie de diário que vou escrevendo, hoje saiu-me "isto", como reflexão anterior e dedicada ao Congresso Álvaro Cunhal do próximo fim-de-semana:
(...)
Com outro estado de espírito, vou atirar-me ao trabalho, ao trabalho que tinha programado.
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Se os Tomos I e II das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal são como que o repositório dos caboucos da vida, pensamento e obra, o Tomo III contém o que se pode considerar o (um) salto qualitativo.
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Depois dos textos e notas da juventude, ou de jovem idade, no Tomo I, em que se encontra toda a consistência de uma posição perante a vida – e que fazer dela, da nossa, da que só de cada um de nós é –, o que se ilustra num texto antológico como é “um problema de consciência”, o Tomo II inclui a sua intervenção perante o Tribunal Plenário (de 2 de Maio de 1950) e documentos vários da prisão (da Penitenciária e de Peniche), entre Novembro de 1949 e Fevereiro de 1957.
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Entre textos e tomadas de posição que, no plano partidário e/ou relativos à situação nacional e internacional, estes documentos são peças do maior interesse, não só biográfico mas – mais relevante – como afirmação de uma posição ideológica de uma firmeza inabalável.
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É essa consistência e coerência ideológica que atravessa toda uma vida que toma plena expressão no Tomo III (mais de 800 páginas) que, como Francisco Melo sublinha no prefácio, abrange um período de menos de dois anos (1964-1966) mas com documentos da maior importância para a caracterização e relevância da intervenção de Álvaro Cunhal.
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Nada menos que o Rumo â Vitória (de Abril de 1964), Relatório da Actividade do CC ao VI Congresso do Partido (de 1965) e a Contribuição para o Estudo da Questão Agrária (de 1966)!
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Como antelóquio escolhido pelo prefaciador lá está:“Uma exigência incondicional da teoria marxista na análise de qualquer questão social é a sua colocação dentro de um quadro histórico determinado, e depois, se se tratar de um só país (por exemplo do programa nacional para um dado país), a consideração das peculiaridades concretas que distinguem esse país nos limites de uma e mesma época histórica.” citando Lenine.
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E é precisamente no livro sobre a questão agrária em Portugal, editado no Brasil em 1968, mas com um prefácio de Álvaro Cunhal, que o data de Fevereiro de 1966, e que foi a primeira obra publicada de Cunhal que comprei e li.
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E confesso a verdadeira impressão que o estudo, editado depois em edições avante!, com título “mais modesto”, em 1976, me provocou – e mais me provoca! – como ilustração de um exercício de teoria assimilada e testada, e posta em prática com base teórica.
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E em que condições foi ela testada!
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O livro - ou os cadernos com o seu original -, foi escrito por Álvaro Cunhal na Penitenciária e em Peniche, tendo os manuscritos acompanhado o seu percurso de preso político... menos a fuga (acho eu!)
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Em “cadernos da prisão” vêem-se alguns pormenores dessa verdadeira “epopeia” que foi a luta diária de Álvaro Cunhal para ter documentação e material de escrita (e pintura) e creio que só a minha inépcia a funcionar com o vídeo das edições avante! me impede de trazer alguns deles para aqui, como seria interessante.
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O pedido e a recusa da máquina de escrever por uns dias, por exemplo,,,
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O pedido, pelo punho do Álvaro, a recusa… dactilografada e assinada pelo director da prisão.
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O pedido, em 1950, para ver o sobrinho, então nascido, e a autorização de meia-hora no gabinete do director… mas vigiado!
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O tempo que eu aqui ficaria!...
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Mas, sobre a questão agrária, quero registar, como o faz Francisco Melo, o quanto Álvaro Cunhal insiste na recusa da tecla fascista (e não só...) da pobreza de recursos de Portugal.
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O estudo a que Álvaro Cunhal procedeu é, dir-se-ia, exaustivo... para as condições em que foi feito.
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Aliás, são muito interessantes e elucidativos, quer o prefácio ao tomo III quer as notas que acompanham a publicação – em 350 páginas compactas de tipo miúdo – da intitulada “contribuição para o estudo da questão agrária”.
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Essa mudança de título foi, decerto, provocada por Álvaro Cunhal, por lhe parecer que seria pretensioso o título da edição brasileira e mais adequado seria chamar, ao estudo, contribuição para…
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É mesmo de Mestre!
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Releio (recreio-me?) com dois parágrafos:
(…)
"Até Amanhã Camaradas" em cinema
Joaquim Leitão reedita a série televisiva numa versão cinematográfica para assinalar o centenário do nascimento de Álvaro Cunhal.
O romance "Até
amanhã, camaradas",
de Manuel Tiago, pseudónimo literário do antigo
líder do PCP, Álvaro Cunhal, foi adaptado para
cinema numa longa-metragem
assinada por Joaquim Leitão, quase
dez anos depois
da estreia da série televisiva.
De acordo com a
produtora MGN, a longa-metragem terá estreia comercial
nos cinemas a 7 de novembro,
três dias antes
de se cumprir o centenário do
nascimento do histórico secretário-geral do PCP
(falecido em 2005).
O filme, com a duração
de três horas, é uma montagem
do realizador Joaquim Leitão do material
da série televisiva homónima, exibida na SIC em
2005 em seis episódios.
"Até amanhã, camaradas"
conta com argumento
de Luís Filipe Rocha a partir do romance
de Manuel Tiago, pseudónimo literário que
Álvaro Cunhal só desvendou em
1994.
A obra, que gira
em torno da vida
do PCP nos anos 1950
e 1960, da clandestinidade, das lutas populares
e da resistência ao regime fascista,
foi publicada em 1974 pelas Edições
Avante e Manuel Tiago era,
então, um autor
desconhecido, que
assinou ainda "Cinco
dias, cinco noites"
(também já adaptado para
cinema por José
Fonseca e Costa), "A estrela
de seis pontas" ou
"A casa de Eulália".
O elenco da série
televisiva contou com mais
de 130 atores, como
Gonçalo Waddington, Leonor Seixas, Marco DAlmeida,
Carla Chambel, Paulo Pires, Cândido
Ferreira, Adriano Luz
e São José Correia, além
de alguns milhares de
figurantes.
Quando a série
televisiva foi apresentada, em 2004, Joaquim Leitão
afirmou que "Até
Amanhã, Camaradas"
era "uma história
de amor e aventura,
de militância, de dedicação de uma vida
a lutar por aquilo
em que se acredita, com
um fundo histórico
e político exaltante e de uma época
da história pouco conhecida".
Lusa
domingo, 20 de outubro de 2013
Um Congresso de reflexão
"Centenas" de inscritos em congresso sobre vida e obra de Cunhal
O responsável do PCP pelo congresso "Álvaro Cunhal, O Projeto Comunista, Portugal E O Mundo De Hoje" considera excedidas as melhores expectativas e congratula-se com as "centenas de inscrições de todo o país", a uma semana do evento.
"Vai ser um momento muito alto deste programa diversificado de comemorações. Isso traduz-se já no número de inscrições, que supera as melhores expectativas.
Temos centenas de inscrições
de todo o país, homens, mulheres, muitos jovens estudantes", disse Manuel Rodrigues, membro da comissão de
comemorações do centenário de Álvaro Cunhal.
O responsável destacou ainda presença de oradores de Itália e da Índia, mas sem avançar nomes ou números precisos de
participantes. O evento, que vai decorrer entre sábado e domingo na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, terá quatro grandes temáticas, subdivididas depois por outros temas: "O Homem, O Comunista, O Intelectual E O Artista", "Democracia E Socialismo", "O Processo De Transformação Social, O Partido E As Massas" e "O Capitalismo - Seus Limites E O Socialismo Como Alternativa".
"Vamos ter dirigentes do PCP, intervenientes diversos na vida social e política do país, ativistas de organizações e movimentos de massas, designadamente sindicais, personalidades da arte, da cultura e da vida académica", adiantou Manuel Rodrigues, acrescentando que a sessão de abertura contará com o reitor da Universidade de Lisboa, António Cruz Ferro, o diretor da Faculdade de Letras, Paulo Farmhouse Alberto, e o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
O membro da comissão organizadora do evento afirmou que não se trata de "um congresso conclusivo", uma vez que "não há um conjunto de teses que vão imprimir um rumo ou uma orientação", mas sim "um congresso de reflexão, aberto, confrontando estes diversos ângulos e perspetivas".
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
GUARDA - Centenário de Álvaro Cunhal
Teatro
Municipal da Guarda
(TMG).
Espectáculo presta homenagem a Álvaro
Cunhal
A Comissão das Comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal apresenta na sexta-feira 18 de Outubro na Guarda, com o apoio do Teatro Municipal local, o espectáculo "Música com paredes de vidro [concerto para o centenário de Álvaro Cunhal]".
A iniciativa, que tem concepção e recriação de canções de Carlos Canhoto, Fausto Neves e Manuel Pires da Rocha, realiza-se pelas 21h30 no pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda (TMG).
«Se as "Paredes de Vidro" ilustram bem este concerto na fusão dos sons de diversas proveniências - canções revolucionárias internacionais e nacionais com a música de Lopes-Graça, quer próxima da recolha popular, quer em mais erudita criação -, o autor daquela expressão, Álvaro Cunhal, na celebração do seu centenário, é o destinatário desta homenagem musical, a fonte inspiradora e o fio condutor das notas e das imagens que a compõem»", segundo a organização.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Mais um (importante) marco
Sonho e Combate pela Liberdade
a história de Álvaro Cunhal contada aos mais jovens
em texto de Ilda Figueiredo e ilustrações de Agostinho Santos
Âncora editora
a história de Álvaro Cunhal contada aos mais jovens
em texto de Ilda Figueiredo e ilustrações de Agostinho Santos
Âncora editora
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Uma caricatura feita em Peniche
Nas estantes e paredes daquela casa amiga, hospitaleira, os camaradas têm livros e quadros onde os olhos ficam presos. Às memórias que acordam e se contam, à beleza e coisas nossas que reconforta ver e nos dão sentido e força para a vida.
Até que ficámos retidos por um quadro com uma caricatura de que nos contaram a história. Era uma caricatura de Henrique Castro, feita por Álvaro Cunhal quando ambos estavam no Forte de Peniche.
Como, tal que contado, o caricaturado falava nostalgicamente do mar e da pesca - de Espinho... - , Álvaro Cunhal orlou a caricatura de motivos relacionados e escreveu, com a sua letra inconfundível, "Ih! Que grande tubarão vai agarrado ao anzol!!!" em mais uma ilustração do seu espírito de humor.
Tanta admiração e gosto mostrámos pela "peça" que os camaradas, entre as inexcedíveis provas de amizade, incluíram uma cópia da caricatura e alguns dados sobre o seu conterrâneo Henrique Castro de que Álvaro Cunhal fez a caricatura e a que noutro lugar e circunstâncias nos referiremos.
Aqui e agora fica a caricatura
e o nosso agradecimento
muito amigo à GR e ao Alex
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Álvaro Cunhal celebrado em Lagos
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Centenário do
nascimento de Álvaro Cunhal celebrado em Lagos
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O centenário do
nascimento de Álvaro Cunhal, ex-líder do Partido Comunista Português (PCP),
será celebrado em Lagos com uma série de iniciativas
promovidas pela comissão concelhia
do PCP e pela biblioteca municipal
Júlio Dantas.
Amanhã, quarta-feira, 9, às 21:00 horas, decorre a abertura da exposição documental e mostra bibliográfica sobre o político comunista, realizando-se ainda uma palestra e a exibição do documentário «Vida e Obra de Álvaro Cunhal». Ainda em outubro, serão exibidos, sempre às 21:00 horas, o documentário «A fuga de Peniche» (16 outubro), o filme «5 Dias, 5 Noites» (23 de outubro) e o documentário «Que viva Abril sempre» (30 de outubro). Ainda no dia 30 de outubro, será apresentado o quarto tomo das «Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal», seguindo-se um debate. Por fim, no dia 2 de novembro, decorre a apresentação da «Fotobiografia de Álvaro Cunhal» (16:00). Neste dia, será encerrada a exposição documental. |
26 e 27 de Outubro Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Álvaro Cunhal,
o projecto comunista, Portugal e o mundo hoje
26 e 27 de Outubro
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Integrado nas comemorações do centenário de Álvaro
Cunhal, que decorrem neste ano de 2013, sob o lema: «Vida, pensamento e luta: exemplo que se projecta
na actualidade e no futuro», vai
realizar-se nos dias 26 e 27 de Outubro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa o
Congresso «Álvaro
Cunhal - O Projecto Comunista, Portugal e
o Mundo de hoje».
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